Em uma madrugada de
terça-feira, em um apartamento em São Paulo, acontece um fato inesperado.
Carros de polícia, perícia e ambulância, todos presenciavam aquele momento
inusitado, pois, em um apartamento, foi encontrado o corpo de um homem
conhecido como Alexandre Magnum. Ele era uma pessoa quieta, bem conhecido
naquele apartamento, gostava de ficar “na dele” e tinha o apelido de Chorão.
Mas isso não vem ao caso, pois várias pessoas estavam tentando entender o que
aconteceu.
A polícia buscou notícias para saber quem é que estava
com ele naquele momento em seu apartamento. O suspeito era um homem totalmente
estranho que se chamava José Luiz. Ele era alto, magro, um olhar sinistro e com
uma voz rouca. As pessoas tinham bastante medo dele, mas ele não era como todos
pensavam. Era uma pessoa amigável e por isso todos mantinham distância. A
polícia fez uma pergunta ao dono do apartamento, José Luiz:
-Você
é o dono desse apartamento? Pois nós encontramos um homem morto e queríamos
saber se você o conhece.
E
o José Luiz disse:
-
O que você acha? É claro que esse apartamento é meu e também conheço o Chorão,
mas não sei o que aconteceu com ele. Desculpe-me, mas tenho que ir. E a polícia
não soube o que fazer pois não encontrava ninguém da família de Chorão. A
polícia resolveu contratar um detetive.
Enquanto a polícia observava o local, chegou a detetive
que se chamava Laura e ela foi direto ao corpo. Ela disse à polícia:
- Você encontrou alguma
coisa no apartamento dele? Pois se vocês encontraram alguma coisa será mais
fácil de desvendar esse mistério.
E a polícia disse:
-
Olha, detetive Laura, eu achei muito estranha a morte desse homem,
pois havia marcas de sangue dos dedos
das mãos dele. Seu apartamento estava todo revirado,
mas encontramos sua carteira de identidade e seu celular jogados no chão.
E Laura disse:
- Eu quero o celular e a carteira de identidade. Mas
vocês não acharam vestígios de cocaína e bebidas alcoólicas?
E a polícia disse:
- Sim, encontramos um pó branco, bebida alcoólica e
energético.
Enquanto Laura pensava nas causas da morte, o telefone
que era de Chorão tocou e rapidamente Laura atendeu.
E
Laura disse:
-
Alô! Quem está falando?
E
uma mulher que estava na linha telefônica respondeu:
-
Eu sou a Lívia, esposa de Alexandre. Quem é você?
Laura
disse:
-
Eu sou a detetive Laura. Estou desvendando um mistério, pois o seu marido
Alexandre faleceu.
E
Lívia, desesperada, perguntou:
-
Como? Quando isso aconteceu?
E
Laura respondeu:
-
Acalme-se. Amanhã de manhã você me encontra na praça próxima daquele casarão
abandonado, porque já é tarde e amanhã vai ser um dia cheio de surpresas.
E
Lívia disse:
-
Mas onde vocês o encontraram?
E
Laura disse:
-
Nós o encontramos no apartamento, ele estava sozinho. Mas não se preocupe,
amanhã conversaremos.
NA
MANHÃ SEGUINTE...
-
Que bom que você veio Lívia. Como você passou a noite? Bem ou mal?
E
Lívia disse:
-
Bem, não poderia ser bom, mas pelo menos consegui dormir.
-
Então vamos ao assunto. Mas, antes dele sair de casa.
E
Lívia disse:
-
Sim. Nós tivemos uma briga, mas foi semana passada. Foi para o próprio bem
dele. Ele mexendo com drogas e nosso casamento já estava indo por água abaixo.
Ele disse que estava depressivo e depois viajou para São Paulo. Até que eu
tentei colocá-lo em uma clínica de reabilitação, mas ele não quis.
E
Laura disse:
-
Muito obrigada pela informação. E você sabe que horas será o enterro?
Lívia
respondeu:
-
Sim, será a partir das 19horas.
E naquela tarde triste de chuva,
aconteceu o enterro. Muitos amigos, parentes e fãs choravam muito, pois era o
vocalista da Banda Charlie Brown Jr. E a detetive Laura disse que a causa da
morte de Alexandre Magnum, Chorão, foi o pó branco, que era
cocaína. Foi overdose.
Ana
Luiza G. Souza
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