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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Uma fatalidade em um apartamento



Em uma madrugada de terça-feira, em um apartamento em São Paulo, acontece um fato inesperado. Carros de polícia, perícia e ambulância, todos presenciavam aquele momento inusitado, pois, em um apartamento, foi encontrado o corpo de um homem conhecido como Alexandre Magnum. Ele era uma pessoa quieta, bem conhecido naquele apartamento, gostava de ficar “na dele” e tinha o apelido de Chorão. Mas isso não vem ao caso, pois várias pessoas estavam tentando entender o que aconteceu.
            A polícia buscou notícias para saber quem é que estava com ele naquele momento em seu apartamento. O suspeito era um homem totalmente estranho que se chamava José Luiz. Ele era alto, magro, um olhar sinistro e com uma voz rouca. As pessoas tinham bastante medo dele, mas ele não era como todos pensavam. Era uma pessoa amigável e por isso todos mantinham distância. A polícia fez uma pergunta ao dono do apartamento, José Luiz:
-Você é o dono desse apartamento? Pois nós encontramos um homem morto e queríamos saber se você o conhece.
E o José Luiz disse:
- O que você acha? É claro que esse apartamento é meu e também conheço o Chorão, mas não sei o que aconteceu com ele. Desculpe-me, mas tenho que ir. E a polícia não soube o que fazer pois não encontrava ninguém da família de Chorão. A polícia resolveu contratar um detetive.
            Enquanto a polícia observava o local, chegou a detetive que se chamava Laura e ela foi direto ao corpo. Ela disse à polícia:
- Você encontrou alguma coisa no apartamento dele? Pois se vocês encontraram alguma coisa será mais fácil de desvendar esse mistério.
            E a polícia disse:
            - Olha, detetive Laura, eu achei muito estranha a morte desse homem, pois havia marcas de sangue dos dedos das mãos dele. Seu apartamento estava todo revirado, mas encontramos sua carteira de identidade e seu celular jogados no chão.
            E Laura disse:
            - Eu quero o celular e a carteira de identidade. Mas vocês não acharam vestígios de cocaína e bebidas alcoólicas?
            E a polícia disse:
            - Sim, encontramos um pó branco, bebida alcoólica e energético.
            Enquanto Laura pensava nas causas da morte, o telefone que era de Chorão tocou e rapidamente Laura atendeu.
E Laura disse:
- Alô! Quem está falando?
E uma mulher que estava na linha telefônica respondeu:
- Eu sou a Lívia, esposa de Alexandre. Quem é você?
Laura disse:
- Eu sou a detetive Laura. Estou desvendando um mistério, pois o seu marido Alexandre faleceu.
E Lívia, desesperada, perguntou:
- Como? Quando isso aconteceu?
E Laura respondeu:
- Acalme-se. Amanhã de manhã você me encontra na praça próxima daquele casarão abandonado, porque já é tarde e amanhã vai ser um dia cheio de surpresas.
E Lívia disse:
- Mas onde vocês o encontraram?
E Laura disse:
- Nós o encontramos no apartamento, ele estava sozinho. Mas não se preocupe, amanhã conversaremos.
NA MANHÃ SEGUINTE...
- Que bom que você veio Lívia. Como você passou a noite? Bem ou mal?
E Lívia disse:
- Bem, não poderia ser bom, mas pelo menos consegui dormir.
- Então vamos ao assunto. Mas, antes dele sair de casa.
E Lívia disse:
- Sim. Nós tivemos uma briga, mas foi semana passada. Foi para o próprio bem dele. Ele mexendo com drogas e nosso casamento já estava indo por água abaixo. Ele disse que estava depressivo e depois viajou para São Paulo. Até que eu tentei colocá-lo em uma clínica de reabilitação, mas ele não quis.
E Laura disse:
- Muito obrigada pela informação. E você sabe que horas será o enterro?
Lívia respondeu:
- Sim, será a partir das 19horas.
E naquela tarde triste de chuva, aconteceu o enterro. Muitos amigos, parentes e fãs choravam muito, pois era o vocalista da Banda Charlie Brown Jr. E a detetive Laura disse que a causa da morte de Alexandre Magnum, Chorão, foi o pó branco, que era cocaína. Foi overdose.

Ana Luiza G. Souza

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