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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Conto de amor. Como terminou?



 Beatriz de Assis, 9º A



Ao ir numa balada, Jean conheceu uma garota com o nome de Karol.
Ao sair da balada, Jean e Karol tiveram um rolo. Depois de três semanas, Karol se sentia muito mal. Sua mãe muito preocupada a levou ao médico,
 De repente...
-Karol você está grávida, o que vamos fazer minha filha? Hoje é dia do seu pai nos matar!
Ao chegar em casa,Karol disse:
 - Pai, preciso falar com o senhor.
- Diga filha.
- Estou grávida, e o pai é um garoto que conheci na balada.
O pai de Karol ficou louco e resolveu tudo de uma vez só.
- Você, Karol, vai morar na rua porque não admito filho de vagabundo em minha casa.
Karol pediu ajuda para sua tia. Sua tia resolveu lhe ajudar. Ela colocou Karol para dentro de sua casa, Karol esclareceu e ficou tudo bem.
Passaram-se os meses e Karol sentiu-se mal. Ligou para Jean e pediu-lhe que fosse até sua casa porque não estava nada bem.
Em dois minutos, Jean chegou e foram, rapidamente, para a maternidade e Karol reconciliou com ele e graças à sua tia tudo ficou bem.
E hoje só há felicidades de existir.

Uma fatalidade em um apartamento



Em uma madrugada de terça-feira, em um apartamento em São Paulo, acontece um fato inesperado. Carros de polícia, perícia e ambulância, todos presenciavam aquele momento inusitado, pois, em um apartamento, foi encontrado o corpo de um homem conhecido como Alexandre Magnum. Ele era uma pessoa quieta, bem conhecido naquele apartamento, gostava de ficar “na dele” e tinha o apelido de Chorão. Mas isso não vem ao caso, pois várias pessoas estavam tentando entender o que aconteceu.
            A polícia buscou notícias para saber quem é que estava com ele naquele momento em seu apartamento. O suspeito era um homem totalmente estranho que se chamava José Luiz. Ele era alto, magro, um olhar sinistro e com uma voz rouca. As pessoas tinham bastante medo dele, mas ele não era como todos pensavam. Era uma pessoa amigável e por isso todos mantinham distância. A polícia fez uma pergunta ao dono do apartamento, José Luiz:
-Você é o dono desse apartamento? Pois nós encontramos um homem morto e queríamos saber se você o conhece.
E o José Luiz disse:
- O que você acha? É claro que esse apartamento é meu e também conheço o Chorão, mas não sei o que aconteceu com ele. Desculpe-me, mas tenho que ir. E a polícia não soube o que fazer pois não encontrava ninguém da família de Chorão. A polícia resolveu contratar um detetive.
            Enquanto a polícia observava o local, chegou a detetive que se chamava Laura e ela foi direto ao corpo. Ela disse à polícia:
- Você encontrou alguma coisa no apartamento dele? Pois se vocês encontraram alguma coisa será mais fácil de desvendar esse mistério.
            E a polícia disse:
            - Olha, detetive Laura, eu achei muito estranha a morte desse homem, pois havia marcas de sangue dos dedos das mãos dele. Seu apartamento estava todo revirado, mas encontramos sua carteira de identidade e seu celular jogados no chão.
            E Laura disse:
            - Eu quero o celular e a carteira de identidade. Mas vocês não acharam vestígios de cocaína e bebidas alcoólicas?
            E a polícia disse:
            - Sim, encontramos um pó branco, bebida alcoólica e energético.
            Enquanto Laura pensava nas causas da morte, o telefone que era de Chorão tocou e rapidamente Laura atendeu.
E Laura disse:
- Alô! Quem está falando?
E uma mulher que estava na linha telefônica respondeu:
- Eu sou a Lívia, esposa de Alexandre. Quem é você?
Laura disse:
- Eu sou a detetive Laura. Estou desvendando um mistério, pois o seu marido Alexandre faleceu.
E Lívia, desesperada, perguntou:
- Como? Quando isso aconteceu?
E Laura respondeu:
- Acalme-se. Amanhã de manhã você me encontra na praça próxima daquele casarão abandonado, porque já é tarde e amanhã vai ser um dia cheio de surpresas.
E Lívia disse:
- Mas onde vocês o encontraram?
E Laura disse:
- Nós o encontramos no apartamento, ele estava sozinho. Mas não se preocupe, amanhã conversaremos.
NA MANHÃ SEGUINTE...
- Que bom que você veio Lívia. Como você passou a noite? Bem ou mal?
E Lívia disse:
- Bem, não poderia ser bom, mas pelo menos consegui dormir.
- Então vamos ao assunto. Mas, antes dele sair de casa.
E Lívia disse:
- Sim. Nós tivemos uma briga, mas foi semana passada. Foi para o próprio bem dele. Ele mexendo com drogas e nosso casamento já estava indo por água abaixo. Ele disse que estava depressivo e depois viajou para São Paulo. Até que eu tentei colocá-lo em uma clínica de reabilitação, mas ele não quis.
E Laura disse:
- Muito obrigada pela informação. E você sabe que horas será o enterro?
Lívia respondeu:
- Sim, será a partir das 19horas.
E naquela tarde triste de chuva, aconteceu o enterro. Muitos amigos, parentes e fãs choravam muito, pois era o vocalista da Banda Charlie Brown Jr. E a detetive Laura disse que a causa da morte de Alexandre Magnum, Chorão, foi o pó branco, que era cocaína. Foi overdose.

Ana Luiza G. Souza

Um beijo desesperado



Era uma vez, um menino chamado Lucas. Ele tinha terminado com a namorada.
            Ele não tinha ninguém para desabafar, estava muito triste: não comia, não bebia, não saia mais.
            Um dia ele parou para pensar e decidiu que não podia ficar assim por uma mulher. Ele, rapidamente, se aprontou e foi encontrar seus amigos. Ana Laura estava lá, foi o primeiro amor de Lucas. Lucas chegou cumprimentando os amigos, mas quando viu Ana Laura, seu coração começou a bater mais forte. Ana Laura se levantou da cadeira e chamou Lucas para conversar. Lucas estava muito tenso, começaram a conversar, como amigos.
            Horas se passaram e estavam todos se divertindo na festinha. Lucas se levantou com Ana e começaram a dançar juntos, mas Ana Laura se afastou dele e saiu para o outro lado da casa. Lucas foi procurá-la e a encontrou beijando um garoto. Ele ficou triste e queria voltar para casa, mas um de seus amigos não o deixou  voltar. Ele resolveu ficar e beijou uma menina. Ana Laura viu e sentiu na pele o que Lucas sentiu.
            Então, ela correu rapidamente e puxou Lucas para fora da casa, com agressividade, dizendo que não podia ficar sem ele. Lucas ficou sem reação, beijou Ana Laura e decidiram voltar a namorar. Lucas não podia ficar sem ela.
            Ficaram felizes.

Leonardo Valácio Cardoso

O segurança e a princesa



Certo dia, Péter, um lindo homem, estava indo viajar. Ao chegar à cidade de Glória Lúcia, ficou encantado com as belezas do lugar. Quando hospedou-se no hotel de Santa Maria, foi conhecer onde iria trabalhar de segurança. Era um lindo castelo. Então ele conheceu Ester, uma linda mulher. Ela era filha do rei Lucas, foi amor à primeira vista.
A noite chegou e ele voltou ao hotel para descansar. Quando estava dormindo, ouviu um grito de socorro. Quando chegou à janela, viu um homem carregando uma moça com grosseria e agressividade.
Péter, rapidamente pegou seu cavalo e foi ajudar. Ouviu gritos na floresta e correu para lá. Ao chegar a um certo local, não ouvia mais gritos. Desceu do cavalo e foi andando pelo mato. Viu uma cabana estranha e resolveu entrar. Assim que entrou, achou a moça desacordada, amarrada em uma cama. \\Era Ester, filha do rei.
De repente, o sequestrador apareceu. Péter pegou um pau e se escondeu. O seqüestrador Felipe entrou na cabana com um papel e uma caneta e começou a escrever para o rei sobre o sequestro.
Péter, devagar, saiu do esconderijo, deu uma paulada em Felipe, desamarrou Ester e foi com ela para o castelo.
Quando chegaram lá, deitou-a na cama, explicou tudo para Lucas e voltou na cabana, com ajuda para prender Felipe.
No castelo, o médico disse que Ester foi enfeitiçada e só um beijo apaixonado poderia acordá-la.
Vários príncipes tentaram e não houve nenhum resultado. Lucas então pediu a Péter, e ao receber o beijo, ela acordou.
Tempos depois, após ela se recuperar, eles se casaram, tiveram uma filha e viveram felizes para sempre.

Debora


O roubo do Diamante



Na fazenda Favacho, o fazendeiro Bié tinha um cavalo chamado  Diamante, o cavalo mais premiado da roça. Vários criadores de outros haras queriam ter Diamante em seu criatório. O criador que mais admirava Diamante era Yuri, dono do Haras Yuri.
            Em um dia, Bié levou Diamante para uma exposição. Yuri também havia levado alguns animais. Ele encontrou com Bié e perguntou:
            - Bié, será que você não me vende o Diamante?
            - Não, Yuri. O Diamante não tem preço.
            - Então,... está bem Bié, passar bem!
            À noite, os criadores colocaram os cavalos nas baias e foram para o hotel dormir. No outro dia, quando Bié chegou ao parque  de exposição, tinham roubado Diamante. Então, Bié disse:
            - Chamem a polícia, roubaram!!!
            E então o investigador da polícia chegou e perguntou:
            - Quem é a principal suspeita?
            - Ontem de manhã, Yuri me perguntou se eu vendia o Diamante.
            - Mas só ele queria comprar o Diamante?
            - Não, vários outros criadores queriam comprar o Diamante.
            - Vamos até o local onde Diamante estava.
            Chegando lá encontraram caído um cabresto bordado, nele estava o nome de Yuri, então o investigador disse:
            - Não restam mais dúvidas, foi ele.
            - Mas então, onde está o Diamante?
            - Eu não sei.
            - Sabe onde Yuri está agora?
            - Geralmente ele fica no hotel.
            - Então vamos lá.
            Quando chegaram lá, encontraram Yuri.
            - Em que posso ajudar?
            - O cavalo de Bié sumiu e encontramos um cabresto seu no local onde ele estava.
            - Como assim? Eu não peguei o Diamante!
            - Não se faça de sonso, as pistas levam diretamente a você.
            - Está bem. Peguei o Diamante, pois eu o acho um belo cavalo.
            - Eu sabia que você era o culpado.
            - Espere, eu não ia roubar o Diamante, eu peguei ele para cruzar com minha égua Alvorada.
            - Mas, por que não pediu para Bié?
            - Ele iria cobrar um valor muito alto.
            E então Bié disse:
            - Não se preocupe, está tudo bem, eu não vou registrar Boletim de.Ocorrência.
            Então, assim foi resolvido o caso do Diamante.

Fabrício Ribeiro Carvalho